O Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e de Acidentes Ferroviários (GPIAAF) concluiu que o helicóptero que se despenhou no rio Douro, em agosto de 2024, voava abaixo da altitude mínima permitida. O acidente, ocorrido em Cambres, Lamego, provocou a morte de cinco militares da GNR/Unidade de Emergência de Proteção e Socorro (UEPS).
De acordo com o relatório final, tornado público esta quinta-feira, a prática de desvios de rota sem justificação operacional tem sido tolerada ao longo dos anos no âmbito do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR). Estes sobrevoos, muitas vezes realizados em zonas paisagísticas e a baixa altitude, foram considerados “normalizados” entre pilotos e estruturas envolvidas no combate aéreo.
A investigação identificou ainda cancelamentos de missões e alterações de trajetos no regresso às bases sem motivo aparente, apontando para falhas na supervisão e na cultura operacional em várias unidades distribuídas pelo país.
O relatório reforça a necessidade de rever procedimentos e reforçar a fiscalização, de forma a prevenir novos acidentes no futuro.

A Redação,
Fotos:DR

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