A Praça do Giraldo acolheu, na manhã de ontem, sexta-feira, a solene cerimónia do Juramento de Bandeira dos formandos dos Cursos de Formação de Oficiais, Sargentos e Praças do Exército Português, num momento de elevado simbolismo militar e cívico que reuniu centenas de pessoas no coração histórico da cidade.

Entre as unidades representadas, destacou-se a presença do Regimento de Infantaria n.º 19 (RI19), de Chaves, levando até Évora a participação da região transmontana num dos atos mais solenes da vida militar. Os militares em formação no RI19 integraram o contingente que jurou fidelidade à Pátria, sublinhando o papel ativo e permanente daquela unidade histórica na preparação e valorização do potencial humano do Exército.

Presidida pelo Ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, a cerimónia contou ainda com a presença do Chefe do Estado-Maior do Exército, general Eduardo Mendes Ferrão, e do presidente da Câmara Municipal de Évora, Carlos Zorrinho, bem como de centenas de familiares e amigos dos militares, que encheram a Praça do Giraldo para testemunhar um momento marcante e irrepetível.
De olhos erguidos e voz firme, os formandos assumiram publicamente o compromisso de guardar e fazer guardar a Constituição e as Leis da República, defendendo Portugal, a sua liberdade e independência, mesmo com o sacrifício da própria vida. Um juramento que representa a entrada plena no serviço militar e a assunção de valores fundamentais como a honra, a lealdade, a disciplina e a coragem.

O local escolhido para a cerimónia reforçou o seu significado histórico. A Praça do Giraldo evoca a figura de Geraldo Geraldes, o Sem Pavor, responsável pela conquista de Évora aos mouros em 1167, episódio decisivo na consolidação do território nacional, particularmente no Alentejo.

Além do Regimento de Infantaria n.º 19, participaram militares em formação na Escola das Armas, em Mafra, na Escola de Sargentos do Exército, nas Caldas da Rainha, no Regimento de Apoio Militar de Emergência, em Abrantes, e no Regimento de Infantaria n.º 1, em Beja.

Para os militares do RI19 e das restantes unidades, o Juramento de Bandeira assinala um ponto de não retorno: a partir deste momento, o compromisso com Portugal deixa de ser apenas vocação e passa a ser dever assumido em público, perante a Nação.

A Redação,
Fotos: DR

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