As eleições presidenciais para a sucessão de Marcelo Rebelo de Sousa registaram os níveis de abstenção mais baixos dos últimos 20 anos, segundo as primeiras projeções divulgadas após o encerramento das urnas no continente. Os dados apontam para uma taxa de abstenção situada entre 37% e 43%, confirmando estas eleições como das mais participadas das últimas duas décadas.
O elevado afluxo às urnas reflete um forte envolvimento cívico dos eleitores num ato eleitoral considerado decisivo para o futuro político do país. Comparativamente a eleições anteriores, os números agora registados representam uma inversão clara da tendência de afastamento eleitoral que se vinha verificando.
No continente, as urnas encerraram às 19h00, estando ainda por concluir o processo de votação no Arquipélago dos Açores, onde o encerramento ocorre uma hora mais tarde, devido à diferença de fuso horário. Os resultados finais da abstenção só serão conhecidos após o fecho total das urnas e a consolidação dos dados nacionais.
As autoridades eleitorais destacam o civismo demonstrado ao longo do dia, que decorreu de forma tranquila e sem incidentes de relevo.
A Redação,
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