A presença de MOSH e MOA, hidrocarbonetos de óleos minerais, está a preocupar o setor do azeite devido ao risco de contaminação durante a colheita, através de máquinas, lubrificantes, combustíveis ou materiais inadequados. Muitas destas contaminações passam despercebidas, mas afetam a qualidade e a aceitação do produto em mercados cada vez mais exigentes.
Como resposta, recomendam-se medidas preventivas como o uso de lubrificantes alimentares, manutenção dos equipamentos e materiais certificados, além da modernização tecnológica, já adotada por empresas como a Farvoli. A conclusão é clara: a qualidade do azeite começa na colheita, etapa decisiva para garantir segurança e competitividade.
Jornalista: Vitória Botelho
















