O Município de Ribeira de Pena inaugurou, no sábado, dia 16 de maio, oficialmente a “Casa da Terra”, um novo espaço dedicado à promoção dos produtos endógenos, das tradições e da identidade cultural do concelho, numa aposta estratégica na valorização do território e na dinamização económica local.
A cerimónia contou com a presença do executivo municipal, do presidente da Assembleia Municipal e dos representantes das freguesias do concelho, num momento marcado pelo simbolismo, pela valorização das raízes locais e pela afirmação da identidade ribeirapenense.
Antes da abertura oficial do espaço, o presidente da Câmara Municipal de Ribeira de Pena, João Noronha, destacou a importância da concretização deste projeto, sublinhando que a “Casa da Terra” nasce como um espaço de promoção e divulgação dos produtos tradicionais do concelho, entre os quais o mel, o vinho e o linho, considerados símbolos da autenticidade e do património local.
Na sua intervenção, o autarca referiu que o novo equipamento pretende afirmar-se como um ponto de encontro entre tradição, comunidade e desenvolvimento territorial, contribuindo simultaneamente para apoiar produtores, artesãos e agentes locais.
Segundo João Noronha, a “Casa da Terra” foi concebida para dar maior visibilidade aos produtos locais, incentivar a sua comercialização e reforçar a atratividade turística do concelho, promovendo uma ligação mais próxima entre visitantes, cultura e economia local.
Após a inauguração oficial e da visita ao espaço por parte dos convidados, decorreu ainda a apresentação da programação cultural para o verão de 2026, momento em que foram divulgadas as principais iniciativas e eventos previstos para os próximos meses no concelho.
O evento terminou num ambiente de convívio e celebração, marcado por aperitivos de honra e momentos de animação musical ao som do DJ L’Agent Provocateur, proporcionando aos presentes uma tarde de partilha, proximidade e valorização do território.
Com a criação da “Casa da Terra”, o Município de Ribeira de Pena reforça a aposta na preservação da identidade local e na promoção dos recursos endógenos, procurando transformar tradição, património e autenticidade em motores de desenvolvimento económico, cultural e turístico.
A Redação
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