Documento estratégico define a articulação dos meios de proteção civil e reforça a preparação do concelho para a época de maior risco.
A Comissão Municipal de Gestão Integrada de Fogos Rurais de Montalegre aprovou esta semana o Plano Operacional Municipal (POM), documento considerado fundamental para a organização e coordenação dos meios de resposta a situações de emergência e proteção civil no concelho.
A decisão foi tomada durante uma reunião da Comissão Municipal de Gestão Integrada de Fogos Rurais, numa altura em que as entidades responsáveis intensificam os preparativos para a época de maior risco de incêndios rurais.
O Plano Operacional Municipal estabelece os procedimentos de atuação, coordenação e articulação entre as diversas entidades envolvidas na prevenção, vigilância e combate a ocorrências, definindo os recursos humanos e materiais disponíveis para responder de forma eficaz a diferentes cenários de emergência.
Segundo o Município de Montalegre, a aprovação deste instrumento estratégico representa mais um passo no reforço da capacidade de resposta do concelho perante situações de risco, garantindo uma atuação mais eficiente e coordenada entre os vários agentes de proteção civil.
O documento assume particular relevância no âmbito da gestão integrada de fogos rurais, ao permitir planear antecipadamente a mobilização de meios e a intervenção operacional em caso de incêndio, contribuindo para a proteção de pessoas, bens e património natural.
A autarquia destaca ainda que o plano reforça o compromisso municipal com a segurança das populações e com a prevenção dos riscos associados aos incêndios rurais, uma das principais ameaças que afetam os territórios do interior durante os meses mais quentes do ano.
Com a aprovação do Plano Operacional Municipal, Montalegre passa a dispor de uma ferramenta atualizada de planeamento e coordenação, destinada a garantir uma resposta rápida, eficaz e articulada perante eventuais ocorrências de proteção e socorro, envolvendo todos os agentes e entidades com responsabilidades na gestão da emergência.
Paulo Silva Reis
Foto: DR

















