A Câmara Municipal de Vila Pouca de Aguiar reuniu em sessão ordinária no passado dia 19 de fevereiro, nos Paços do Concelho, tendo analisado e deliberado sobre 17 pontos constantes da ordem de trabalhos, com destaque para decisões nas áreas financeira, infraestrutural, urbanística e social.
Entre os assuntos em apreciação, a proposta de mapas de pessoal para 2026 foi reprovada, enquanto a primeira alteração modificativa aos documentos previsionais de 2026, referente à integração do saldo de gerência do ano anterior, mereceu aprovação do executivo.
No plano dos investimentos estruturantes, foram aprovadas as propostas para início dos procedimentos de adjudicação de duas empreitadas consideradas estratégicas: a construção de uma Base de Apoio Logístico para os Bombeiros Voluntários e a intervenção ao nível da Eficiência Energética nos Paços do Concelho e no Palacete Silva, numa aposta clara na modernização de infraestruturas e na sustentabilidade energética.
No domínio do urbanismo, ao abrigo do Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação, foi aprovado um pedido de parecer à E-Redes, bem como a proposta de Declaração de Interesse Municipal à empresa VMPS – Águas e Turismo, S.A.. Foram ainda validadas duas outras propostas na área urbanística e aprovadas Operações de Reabilitação Urbana nas localidades de Vidoedo, Soutelo de Aguiar, Tourencinho, Vila do Conde, Gralheira e Carrica. Na área da toponímia, foi deliberada a alteração de designação numa artéria da localidade de Cidadelha de Jales.
A vertente social esteve igualmente em destaque, com a aprovação de três propostas de renovação do Cartão Social e duas do Cartão Abem, instrumentos de apoio a famílias em situação de maior vulnerabilidade. Foi também aprovado o regulamento para funcionamento e utilização de uma Sala Multissensorial, bem como a criação da equipa do projeto Radar Social, reforçando a intervenção municipal no acompanhamento de situações de risco e exclusão.
A sessão evidenciou a continuidade da estratégia municipal de equilíbrio entre investimento estrutural, ordenamento do território e reforço das respostas sociais, numa agenda que procura conciliar desenvolvimento e coesão local.
A Redação,
Foto: DR



















