A CCDR NORTE assinalou, em Bruxelas, os 25 anos da classificação do Alto Douro Vinhateiro como Património Mundial da UNESCO, numa sessão realizada na Representação Permanente de Portugal junto da União Europeia, dedicada aos desafios e às perspetivas de futuro da região.

O encontro colocou em debate temas como a preservação da paisagem, a coesão territorial, a competitividade, a demografia e a criação de oportunidades para viver, trabalhar e investir no Douro.

O presidente da CCDR NORTE, Álvaro Santos, defendeu a necessidade de preparar os próximos 25 anos, conciliando a proteção do património com o desenvolvimento económico e social do território. Esta reflexão está a ser desenvolvida através do Livro Verde do Douro e enquadra-se também na preparação da estratégia NORTE 2040.

A sessão contou ainda com a participação de María Isabel Blanco Llamas, vice-presidente da Junta de Castela e Leão, destacando a importância da cooperação entre o Norte de Portugal e esta região espanhola na valorização dos territórios ligados pelo Douro.

A iniciativa procurou, assim, projetar uma visão de futuro para o Douro, centrada na sustentabilidade, na valorização do património e na criação de condições para fixar população e gerar novas oportunidades.

Jornalista: Vitória Botelho

Foto: Tony da Silva

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