A Direção-Geral da Saúde (DGS) lançou esta terça-feira um alerta à população para a necessidade de adotar medidas de proteção face à descida acentuada das temperaturas prevista para os próximos dias. Segundo a autoridade de saúde, o frio intenso pode agravar doenças crónicas e aumentar o risco de vários problemas de saúde, sobretudo entre os grupos mais vulneráveis.

De acordo com as recomendações divulgadas, é importante evitar mudanças bruscas de temperatura e optar por vestir roupa em várias camadas, ajustadas ao ambiente. A DGS aconselha ainda a proteção das extremidades do corpo, como cabeça, mãos e pés, através do uso de gorro, luvas e meias quentes, bem como a utilização de calçado antiderrapante para prevenir quedas.

O aviso surge numa altura em que o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê tempo frio, com temperaturas negativas em alguns distritos do Norte do país.

Entre os cuidados adicionais, a DGS destaca a importância de manter a pele hidratada, especialmente o rosto, as mãos e os lábios, assim como reforçar a ingestão de líquidos, dando preferência a água, bebidas quentes e sopa. O consumo de álcool deve ser evitado, uma vez que pode provocar uma falsa sensação de aquecimento e aumentar o risco de hipotermia.

Dentro de casa, recomenda-se que as pessoas evitem permanecer sentadas durante longos períodos, devendo levantar-se e movimentar-se regularmente para ajudar a manter o corpo quente e reduzir riscos para a saúde.

A alimentação também merece atenção, sendo aconselhadas refeições mais frequentes e um maior consumo de frutas e legumes, ricos em vitaminas e antioxidantes, que contribuem para reforçar o sistema imunitário. Em sentido contrário, deve ser reduzido o consumo de alimentos fritos ou com elevados teores de gordura e açúcar.

A DGS sublinha a necessidade de especial vigilância sobre crianças pequenas, idosos, pessoas com doenças crónicas, trabalhadores expostos ao ar livre e indivíduos em situação de isolamento ou sem-abrigo.

Por fim, a autoridade de saúde recomenda que as famílias planeiem com antecedência, garantindo a disponibilidade de alimentos e medicamentos, especialmente se as condições meteorológicas dificultarem as deslocações. Para quem tem mobilidade reduzida ou não pode sair de casa, é aconselhado identificar pessoas que possam prestar apoio. No exterior, deve evitar-se a realização de esforços físicos intensos durante os períodos de maior frio.

Jornalista: Vitória Botelho

Foto: DR

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