Assinala-se hoje, 27 de janeiro, o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, uma data de evocação solene que recorda um dos capítulos mais sombrios da História da Humanidade e reafirma o compromisso coletivo com a defesa da dignidade humana, da liberdade e dos direitos fundamentais.

A efeméride coincide com o aniversário da libertação do campo de extermínio de Auschwitz-Birkenau, em 1945, símbolo máximo da barbárie nazi que vitimou cerca de seis milhões de judeus, bem como milhões de outras pessoas perseguidas e assassinadas por motivos étnicos, religiosos, políticos, ideológicos ou por orientação sexual e deficiência.
Em 2026, as comemorações decorrem sob o tema “Memória do Holocausto pela dignidade e os direitos humanos”, sublinhando a urgência de preservar a memória histórica como instrumento essencial para combater o ódio, a intolerância, o antissemitismo, o racismo e todas as formas de discriminação que continuam a marcar as sociedades contemporâneas.
Mais do que um exercício de recordação, este dia constitui um alerta permanente. O Holocausto não foi um acidente da História, mas o resultado de discursos de ódio normalizados, da desumanização progressiva do outro e do silêncio cúmplice perante a violação sistemática de direitos. A memória das vítimas impõe-se, por isso, como uma responsabilidade coletiva, particularmente num contexto global em que se assistem a sinais preocupantes de radicalização, negacionismo e intolerância.
Preservar a memória do Holocausto é também defender o presente e proteger o futuro. A educação, o testemunho histórico e a transmissão intergeracional da verdade são pilares fundamentais para garantir que atrocidades desta dimensão nunca mais se repitam. Como lembram várias organizações internacionais, recordar é um ato de justiça, mas também um compromisso com a paz, a democracia e os direitos humanos.
Neste dia, instituições, comunidades e cidadãos são chamados a refletir sobre o passado, honrar a memória das vítimas e reafirmar valores universais como o respeito pela vida, pela diversidade e pela dignidade de cada ser humano. Porque lembrar o Holocausto é, acima de tudo, recusar a indiferença e assumir a responsabilidade de construir sociedades mais justas, inclusivas e humanas.

A Redação,
Foto: DR

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