A exposição “Nadir Afonso: Território de Absoluta Liberdade”, apresentada a 3 de fevereiro na Sociedade Nacional de Belas-Artes, reforçou o Vale do Côa como um território central para a criação artística, o conhecimento científico e a responsabilidade cultural.

Com base em parcerias institucionais e no trabalho em rede da Rede Portuguesa de Arte Contemporânea/DGARTES, o projeto promove cooperação e circulação artística qualificada.

O diálogo entre a arte rupestre do Côa e a obra de Nadir Afonso destacou a arte como continuidade entre passado e presente, projetando o Côa como agente criativo e transformador no futuro.

Jornalista: Vitória Botelho

foto: DR

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