Com algumas iniciativas ofensivas interessantes, mas sem golos, o jogo entre flavienses e leirienses chega ao intervalo com nulo no marcador. Reinaldo para os da casa e Jair Matheus para os forasteiros, já “tiraram as medidas” às balizas, mas ainda não foi inaugurado o marcador.
Início de jogo muito paciente por parte das duas equipas, com ambos conjuntos a “encaixar-se” não dando muito espaço para desequilíbrios. Os da casa com mais posse, mas face a ausência de espaços e pouca acutilância por parte da formação flaviense, não era, de todo; fácil chegar ao último terço do terreno. Por seu turno, os visitantes, com indicadores de pressão bem identificados, ia espreitando o erro e sempre que tinham bola tinham em Eboué uma referência para a construção.
Sem se precipitar, a turma flaviense matinha o controlo da partida de forma paciente e procurava, sem se desequilibrar defensivamente, empurrar o adversário para a sua baliza. Reinaldo, por duas vezes, ensaiou o remate de fora da área, no primeiro tirou mal as medidas à baliza e no segundo, Bravim defendeu com tranquilidade.
Na baliza contrária, Jair Matheus ainda assustou, com Vozinha batido valeu aos flavienses que o remate de cabeça do brasileiro ao serviço da UD Leiria, saiu ao lado.
Na parte final da primeira metade, os leirienses procuraram acelerar o ritmo do jogo na tentativa de disposicionar a equipa da casa. A velocidade de Jair, e o posicionamento de Muñoz, que deambulava pelo setor ofensivo eram as armas que os visitantes usavam, mas que os da casa foram dando conta.
Ao final dos primeiros 45’ o resultado ajusta-se ao que ambas equipas produziram.
Jornalista: Edgar Pedreiro
Foto: Luís Martins

















