A Guarda Nacional Republicana (GNR) registou 193 burlas com recurso à falsa identidade de polícias e inspetores entre janeiro de 2024 e maio de 2026. Os criminosos recorrem sobretudo a chamadas telefónicas para exigir pagamentos, simular fiscalizações ou convencer as vítimas a transferir dinheiro.
Os esquemas incluem falsas coimas, supostas investigações bancárias e pedidos de dinheiro associados a acidentes envolvendo familiares.
A GNR alerta para a importância de não fornecer dados pessoais ou bancários, nem efetuar pagamentos sob pressão. Perante contactos suspeitos, recomenda desligar e confirmar a informação diretamente junto das autoridades, através dos canais oficiais.
Jornalista: Vitória Botelho
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