A informação foi divulgada, esta tarde, pelo Ministério da Agricultura e da Alimentação, que através do Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas (IFAP), vai antecipar os 500 milhões de euros dos pagamentos do Pedido Único (PU), valor que os agricultores só iriam receber em outubro.

“Esta é uma medida de resposta à crise provocada pela invasão militar da Rússia à Ucrânia e que vai permitir aos agricultores portugueses fazer face às necessidades adicionais de liquidez, nomeadamente com os fortes aumentos dos custos das matérias-primas, da energia e que afetou igualmente as cadeias de abastecimento agroalimentar”, refere o ministério, em comunicado.

O Despacho conjunto – assinado pelo Ministro das Finanças, Fernando Medina, e pela Ministra da Agricultura e da Alimentação, Maria do Céu Antunes – vai beneficiar os agricultores do continente, que no ano de 2021 tenham recebido pagamentos de medidas do Sistema Integrado de Gestão e Controlo (SIGC), no âmbito do Pagamento Único e que submetam as suas candidaturas ao PU até 16 de maio de 2022.

A mesma nota explica que “este apoio excecional de crise, será disponibilizado pelo IFAP, sendo para o efeito necessário a submissão do formulário do Apoio Excecional de Crise até 31 de maio”.

Jornalista: Rita Teixeira

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