O Centro Interpretativo do Corço, em Grijó, foi palco, esta quinta-feira, da conferência de imprensa de apresentação da XXVIII Feira da Caça e Turismo e da comemoração dos 30 anos da Festa dos Caçadores do Norte, dois eventos de referência que voltam a afirmar Macedo de Cavaleiros como Capital da Caça.
Perante órgãos de comunicação social locais, nacionais e espanhóis, o presidente da Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros, Sérgio Borges, deu a conhecer os principais destaques de uma edição marcada pela celebração de três décadas de história, sublinhando a importância do certame na valorização do território, da atividade cinegética e do turismo de natureza.
“O evento é hoje uma marca identitária do concelho e uma referência ibérica no setor”, destacou o autarca, realçando o impacto económico, cultural e promocional da feira, que atrai anualmente milhares de visitantes e profissionais ligados ao mundo da caça e do turismo.
A sessão contou ainda com a presença da vice-presidente da autarquia, Clementina Gemelgo, do vereador com o pelouro das Feiras, Leonardo Vila Franca, e do presidente da Federação dos Caçadores do Norte, João Alves, que reforçaram a relevância da iniciativa enquanto espaço de encontro, partilha de conhecimento e defesa de uma atividade cinegética sustentável.
A escolha do Centro Interpretativo do Corço, inserido na Zona de Caça Associativa de Grijó e Vilar do Monte, não foi casual. O local simboliza a forte ligação entre a comunidade, o território e a fauna selvagem, tendo o corço, espécie emblemática da região, como representação da riqueza natural e do equilíbrio entre conservação e uso responsável dos recursos.
Com um programa diversificado e comemorativo, a XXVIII Feira da Caça e Turismo promete voltar a colocar Macedo de Cavaleiros no centro das atenções, consolidando o concelho como referência incontornável no panorama cinegético nacional e transfronteiriço.
A Redação,
Fotos: DR




















