A médica investigada no caso da emissão de certidões de óbito está em liberdade e continua a trabalhar diariamente.

Ficou com Termo de Identidade e Residência a médica de Bragança constituída arguida no âmbito da operação “Rigor Mortis” levada a cabo pela Polícia Judiciária, em inquérito dirigido pelo Ministério Público – DIAP do Porto, na passada segunda-feira em várias localidades do município de Bragança.

Segundo a defesa de Cristina Raposo, a arguida foi interrogada por inspetores da PJ no quartel da GNR em Bragança e não foi presente ao juiz em primeiro interrogatório judicial no Porto, como os demais arguidos no processo: um médico, delegado de saúde, que ficou sujeito à medida de coação de prisão domiciliária, e sete agentes funerários, que estão sujeitos a apresentações bissemanais numa entidade policial e proibidos de contactar os restantes envolvidos no processo.

Ainda de acordo com a defesa de Cristina Raposo, a médica continua a sua atividade profissional com normalidade e não está proibida de contactar os outros arguidos no processo. “A minha constituinte continua a fazer a sua vida normal como sempre fez e continuará a fazer, nomeadamente a exercer a sua profissão diariamente sem qualquer tipo de constrangimento”, explicou o advogado Paulo Preto.

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Foto: Arquivo/Global Imagens

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