A ministra da Administração Interna, Maria Lúcia Amaral, apresentou o pedido de demissão, que foi aceite pelo Presidente da República, segundo uma nota oficial divulgada na noite desta terça-feira.
De acordo com a comunicação de Belém, a governante considerou não reunir “as condições pessoais e políticas indispensáveis ao exercício do cargo”. A exoneração foi proposta ao chefe de Estado pelo primeiro-ministro, que assumirá de forma transitória as competências da pasta da Administração Interna.
A mesma nota esclarece que esta substituição temporária ocorrerá nos termos do artigo 6.º, n.º 2, da Lei Orgânica do Governo (Decreto-Lei n.º 87-A/2025, de 25 de julho), produzindo efeitos assim que a exoneração se torne efetiva.
A saída de Maria Lúcia Amaral abre agora caminho a uma futura nomeação para a liderança do Ministério da Administração Interna, numa altura em que a tutela enfrenta vários desafios operacionais e políticos. Até lá, a condução dos dossiês mais urgentes ficará diretamente sob responsabilidade do primeiro-ministro.
A Redação com Lusa
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