O Circuito Internacional de Montalegre foi, este domingo, palco do derradeiro e mais intenso dia de competição de mais uma jornada do Campeonato Nacional de Ralicross e Kartcross, reunindo pilotos e equipas num ambiente marcado pela velocidade, técnica e imprevisibilidade.
Depois de um arranque competitivo nas mangas de qualificação, disputadas ao longo dos dias anteriores, os pilotos regressaram hoje à pista para enfrentar as fases decisivas. É neste momento que tudo se decide: as finais ditam os vencedores de cada categoria, num espetáculo onde cada segundo conta e qualquer erro pode comprometer a corrida.
A singularidade do traçado de Montalegre voltou a fazer a diferença. O piso misto, combinando terra e asfalto, impõe desafios constantes aos concorrentes, obrigando a níveis elevados de concentração, precisão e capacidade de adaptação. No ralicross, essa alternância de superfícies testa ao limite o controlo das viaturas, enquanto no kartcross a leveza e potência das máquinas proporcionam corridas particularmente rápidas e intensas.
Com as bancadas compostas e um ambiente vibrante, o dia ficou marcado por disputas renhidas até à última bandeira de xadrez, confirmando Montalegre como uma das referências nacionais da modalidade.
Mais do que uma etapa do campeonato, o evento voltou a afirmar o concelho transmontano como um dos principais palcos do desporto motorizado em Portugal, onde a emoção e a adrenalina se encontram a cada curva.
Rokas Baciuska (Supercar), Hélder Ferreira (Open RX), Jorge Machado (Super 1600), Andreia Sousa (Nacional 2RM), Elísio Lopes (Iniciados) e Sérgio Castro (Kartcross) foram os vencedores, da segunda prova do Campeonato de Portugal de Ralicross/Kartcross (CPRK), disputada na pista do Circuito Internacional de Montalegre.
Jornalista: Edgar Pedreiro
Fotos: DR




















