Cumpridos os primeiros quarenta e cinco minutos no Engenheiro Manuel Branco Teixeira e o resultado mantém-se inalterado. Partida com “abençoada” pela chuva, que não parou durante toda primeira parte, o que trouxe pouco publico ao estádio. Um GD Chaves mais esclarecido nas suas intenções, mas com muita pressa para decidir, o que nem sempre é da melhor forma.
Os flavienses, pelas palavras do seu treinador, queriam adotar uma postura mais de ação e não tanto de reação, como tinha acontecido de há uns jogos a esta parte. Os anfitriões, logo ao minuto 2, personificaram as palavras do técnico, mas o guardião Fermenias, negou o golo a Roberto que correspondeu da melhor forma a um cruzamento de Jorge Delgado, que hoje foi chamado à titularidade.
Os visitantes, mesmo numa toada mais de espectativa, procuravam explorar o erro do adversário, e sempre que criavam condições para sair apoiados, provocavam algum desconforto na defensiva flaviense. Foi assim ao minuto 12, quando Carbonell dispôs de “um penálti em andamento”, valendo ao GD Chaves a intervenção oportuna de Ricardo Alves, evitando que a bola fosse na direção da baliza de Marko.
As tentativas dos da casa em chegar a zonas que proporcionassem momentos de finalização, não aconteciam, muito por culpa da “pressa” em querer chegar ao último terço. Passes mal medidos, mal direcionados e faltas de entendimento, punham travão ao impto ofensivo transmontano e proporcionavam algumas aproximações ao conjunto penafidelense.
Os “valentes transmontanos”, a precisar de vitórias, terão de fazer muito mais na segunda metade, num terreno certamente mais pesado, uma vez que durante 45 minutos à chuva não deu tréguas.
Jornalista: Edgar Pedreiro
Foto: Luís Martins



















