Em 2020, ano de embate da pandemia, comunicações para afastamento das trabalhadoras dispararam 20%.

A não renovação de contratos a prazo com trabalhadoras grávidas, no período imediatamente após o parto ou a amamentar, bem como com trabalhadores em licença parental, atingiu em 2020 um novo máximo, com mais de duas mil comunicações à Comissão de Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE).

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Foto: João Girão

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