A tradição da Queima do Judas regressou em força a Montalegre durante a semana da Páscoa, voltando a afirmar-se como um dos momentos mais marcantes do calendário cultural do concelho. O ritual, que alia sátira popular e simbolismo, culmina junto ao castelo da vila, onde os bonecos são consumidos pelo fogo perante centenas de pessoas.
De ano para ano, esta iniciativa tem vindo a ganhar uma nova dimensão, tanto ao nível do envolvimento da população como na capacidade de atrair visitantes e turistas ao concelho.
A forte componente visual do desfile, associada ao enquadramento do castelo e ao ambiente noturno, tem contribuído para consolidar a Queima do Judas como um dos momentos de maior impacto cultural e turístico de Montalegre na época pascal.
Mais do que um espetáculo, a Queima do Judas continua a ser, em Montalegre, um ritual de memória coletiva, renovação simbólica e afirmação cultural, capaz de unir gerações e reforçar o posicionamento do concelho como destino de tradições vivas durante a Páscoa.
Jornalista: Luís Eduardo Lopes
Foto: DR

















