O Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e de Acidentes Ferroviários (GPIAAF) concluiu que o helicóptero que se despenhou no rio Douro, em agosto de 2024, voava abaixo da altitude mínima permitida. O acidente, ocorrido em Cambres, Lamego, provocou a morte de cinco militares da GNR/Unidade de Emergência de Proteção e Socorro (UEPS).
De acordo com o relatório final, tornado público esta quinta-feira, a prática de desvios de rota sem justificação operacional tem sido tolerada ao longo dos anos no âmbito do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR). Estes sobrevoos, muitas vezes realizados em zonas paisagísticas e a baixa altitude, foram considerados “normalizados” entre pilotos e estruturas envolvidas no combate aéreo.
A investigação identificou ainda cancelamentos de missões e alterações de trajetos no regresso às bases sem motivo aparente, apontando para falhas na supervisão e na cultura operacional em várias unidades distribuídas pelo país.
O relatório reforça a necessidade de rever procedimentos e reforçar a fiscalização, de forma a prevenir novos acidentes no futuro.

A Redação,
Fotos:DR

IMG_9798
Alheiras Angelina
banner canal n
Banner Elisabete Fiseoterapia
Dizeres Populares BIG MAC VAI NUM AI Mirandela Braganca 730x90px
Dizeres Populares TASTY ARREGUILAR OS OLHOS Mirandela Braganca 730x90px
Design sem nome (5)
Dizeres Populares BATATAS TAO ESTALADICAS Mirandela Braganca 730x90px
Artigo anteriorGOVERNO AUMENTA EM 25% COMPENSAÇÃO DIÁRIA AOS BOMBEIROS
Próximo artigoVIDEO: A PROCURA NO ENSINO SUPERIOR EM 2025 – IMPACTOS REGIONAIS