Instalação de painéis digitais e renovação da sinalética pretendem melhorar a informação aos passageiros, reforçar a segurança e tornar as paragens mais funcionais. A rede regional transportou mais de 711 mil passageiros em 2025.
A Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Tâmega e Barroso está a investir cerca de 116.500 euros na modernização da rede de transportes públicos, com intervenções destinadas a melhorar a informação disponibilizada aos passageiros e as condições de utilização das paragens nos seis municípios da região.
O investimento contempla a instalação de painéis digitais de informação ao público, num valor aproximado de 45 mil euros, e a implementação de sinalética, com um custo de 71.500 euros. As medidas pretendem facilitar o acesso à informação sobre o serviço e tornar a utilização do transporte coletivo mais simples e segura.
A intervenção surge num contexto de crescimento da procura. Em 2025, a rede de transporte público de passageiros do Alto Tâmega e Barroso registou 711.298 passageiros transportados, mais 15% do que no ano anterior, reforçando a importância de melhorar as condições de acesso ao serviço.
O projeto inclui ainda a instalação de 251 sinais de identificação de paragens de autocarro em estradas nacionais e municipais, bem como a substituição de estruturas existentes que já não apresentam condições adequadas.
As paragens são pontos fundamentais da rede de transportes, pelo que a melhoria da sinalização, da informação disponível e das condições de espera pretende proporcionar mais segurança, conforto e facilidade de utilização aos passageiros.
As duas intervenções são financiadas pelo programa Incentiva+TP, destinado a apoiar a promoção do transporte público coletivo, incluindo a modernização dos sistemas de informação, a gestão e monitorização da oferta e a qualificação das paragens e interfaces.
Com este investimento, a CIM do Alto Tâmega e Barroso pretende continuar a melhorar a rede regional, tornando o transporte público mais acessível, funcional e ajustado às necessidades de quem vive, trabalha e estuda no território.
Jornalista: Paulo Silva Reis
Foto: DR



















