Vila Real vai celebrar o teatro com a realização do festival “Vinte e Sete”, que decorre entre 20 de março e 23 de abril no Teatro de Vila Real. A iniciativa inclui oito espetáculos, uma conversa de bastidores e quatro oficinas, reunindo artistas e público em torno de diferentes formas de expressão teatral.

O festival arranca a 20 de março com um monólogo da atriz Sara Ribeiro, inspirado em “Memórias do Subterrâneo”, de Dostoiévski, numa reflexão sobre o paradoxo da liberdade humana. No dia seguinte, a mesma intérprete regressa ao palco, desta vez através do seu alter ego La Negra, para um espetáculo poético-musical marcado por uma forte performance física, assinalando o Dia Mundial da Poesia.
O Dia Mundial do Teatro, a 27 de março, será celebrado com a peça “Catarina e a Beleza de Matar Fascistas”, de Tiago Rodrigues, que sobe ao palco do grande auditório nos dias 27 e 28 de março. O Teatro de Vila Real descreve o espetáculo como “provocador” e sublinha que recorda como o teatro também pode servir para inquietar e estimular o pensamento.
Um dos atores do elenco, António Fonseca, conhecido por ter recitado integralmente “Os Lusíadas”, será o convidado de mais uma conversa de bastidores, momento de partilha com o público.
A programação prossegue a 17 de abril com “As Suplicantes”, de Ésquilo, apresentada por Sara Barros Leitão, numa versão reescrita à luz dos tempos atuais. A artista vai ainda dinamizar um “Parlapatório” que junta jovens e seniores para debater temas fundamentais, promovendo o diálogo entre gerações.
Durante o festival, João Garcia Miguel apresenta um monólogo tragicómico baseado no texto “O Amor é Fodido”, de Miguel Esteves Cardoso, que combina stand-up e teatro, e orienta também uma oficina de escrita criativa.
A programação inclui ainda “Uma Vida Mais Tarde”, de Brian Friel, numa adaptação interpretada por Ivo Alexandre.
Pensando também no público mais jovem, o festival propõe duas criações pedagógicas e poéticas das companhias Malvada e Historioscópio, sendo que esta última organiza igualmente duas oficinas de marionetas.
Com uma programação diversificada, o festival “Vinte e Sete” pretende afirmar-se como um momento de celebração das artes performativas em Vila Real, aproximando diferentes públicos do teatro.

A Redação com Lusa
Foto: DR

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