Em tempo de intervalo, GD Chaves e Leixões empatam a uma bola. Roberto de grande penalidade e Paraizo, foram os autores dos golos. Uma partida que em termos práticos não conta para nada e em que os primeiros 45 minutos não contaram para despertar os adeptos presentes nas bancadas.
Início da partida em ritmo de jogo de fim de época e com duas equipas já resolvidas não despertava ao pouco público qualquer interesse.
Os visitantes, antes que os da casa passassem o meio terreno, foram os primeiros a chegar com perigo à baliza. Rochez ainda criou a ilusão de golo aos adeptos do Leixões, mas a bola bateu na malha lateral.
A resposta do GD Chaves tardou, mas foi objetiva. Roberto, de grande penalidade adiantou os flavienses no marcador. Após um cabeceamento de Tounkara, a bola embate na mão de Lourenço, com recurso ao VAR, o arbitro da partida entendeu que o leixonense teria o braço em posição não natural, assinalando assim o castigo máximo que Roberto se encarregou de converter.
Apesar do golo, o jogo manteve a toada, pouco atrativo, sem ideias, tipo treino com mais intensidade.
A passos, a equipa visitante ia espreitando a possibilidade de “ferir” a baliza de Vozinha, e pouco depois da meia hora de jogo, Paraizo restabeleceu a igualdade no marcador ao aparecer solto de marcação entre os centrais transmontanos e a atirar de cabeça para o fundo da baliza.
Até final da primeira metade, Kusso ainda espreitou o golo ao atirar ao “ferro” e Vozinha negou o golo Rochez com uma excelente intervenção para canto.
Jornalista: Edgar Pedreiro
Foto: Luís Martins

















