O presidente da SAD do Grupo Desportivo de Chaves, Dante Elizalde, garantiu que o objetivo da nova estrutura diretiva passa por devolver o emblema flaviense à Primeira Liga nos próximos anos, apostando num projeto “forte, sustentável e preparado para durar”.

Em entrevista à Liga Portugal, o dirigente mexicano falou sobre a visão que pretende implementar no clube desde a chegada a Chaves, em setembro de 2025, altura em que assumiu os destinos da SAD flaviense.

“Cheguei com a mala cheia de ilusões e com enorme vontade de fazer as coisas bem”, afirmou, sublinhando que o futebol deve ser também um instrumento de crescimento humano e social.

Dante Elizalde explicou que a ligação a Portugal surgiu através de amigos portugueses e que, após visitar vários clubes do país, encontrou no GD Chaves um projeto com identidade, tradição e potencial de crescimento.

“Foi aqui que decidimos avançar para a compra da SAD”, revelou.

Desde então, o responsável garante ter procurado integrar-se na realidade local, conhecendo não apenas o clube, mas também a história da cidade e da região transmontana.

O presidente da SAD apontou o modelo organizativo do FC Famalicão como uma referência de crescimento sustentado no futebol português, admitindo que pretende adaptar algumas dessas ideias à realidade flaviense.

“O objetivo é construir um projeto sólido e consistente que permita devolver o Chaves ao lugar que merece”, afirmou.

O dirigente reconheceu, contudo, que o processo de mudança interna trouxe decisões difíceis, nomeadamente a saída de pessoas historicamente ligadas à estrutura do clube.

“São momentos dolorosos, mas necessários quando se pretende crescer e criar novas dinâmicas”, assumiu.

Dante Elizalde descreveu-se ainda como um presidente próximo da equipa e atento ao dia a dia do clube, defendendo que as decisões devem ser tomadas com conhecimento profundo da realidade interna.

“Um presidente não pode decidir apenas pela emoção”, referiu.

Já adaptado ao país, o dirigente destacou também as semelhanças culturais entre portugueses e mexicanos, sobretudo na valorização da família e das relações humanas, fatores que considera terem facilitado a integração em Trás-os-Montes.

Quanto ao futuro, o líder da SAD flaviense deixou clara a ambição desportiva do projeto.

“O objetivo passa por chegar à Primeira Liga entre três a cinco anos, se for antes, melhor, mas sobretudo construir um clube sustentável, forte e preparado para o futuro”, concluiu.

Jornalista: Edgar Pedreiro

Foto: DR

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