«O Ano em que Esteve para Não Haver Primavera» é o novo livro do escritor transmontano-duriense, que será apresentado a 24 de outubro, na Biblioteca Municipal, numa história infantojuvenil onde o Inverno e a Primavera protagonizam um confronto invulgar.
E se a Primavera não conseguisse chegar? É a partir desta possibilidade que Agostinho Santa constrói o universo do seu novo livro, O Ano em que Esteve para Não Haver Primavera, um conto infantojuvenil que será apresentado no próximo dia 24 de outubro, na Biblioteca Municipal de Vila Pouca de Aguiar.
A sessão contará com a apresentação de Helena Gil, docente universitária, e dará a conhecer uma obra que coloca frente a frente personagens ligadas a duas estações do ano: o Inverno, determinado a permanecer, e a Primavera, impedida de entrar no quotidiano enquanto aquele não aceitar afastar-se.
Com uma narrativa que parte de um cenário imaginativo, o autor propõe uma história dirigida aos leitores mais jovens, mas capaz de despertar a curiosidade de diferentes gerações. O confronto entre as duas estações transforma-se no ponto de partida para uma reflexão sobre a mudança, a renovação e a importância de abrir espaço ao que é novo.
Agostinho Santa, escritor transmontano-duriense com raízes familiares em Vila Pouca de Aguiar, regressa assim a um território com o qual mantém uma ligação afetiva, apresentando uma obra que cruza a imaginação com temas universais, acessíveis ao público infantojuvenil.
A apresentação na Biblioteca Municipal constitui uma oportunidade para conhecer o novo trabalho do autor e contactar com uma história em que a sucessão das estações deixa de ser um dado adquirido para se transformar numa aventura literária.
Em O Ano em que Esteve para Não Haver Primavera, a pergunta que dá origem à narrativa é também o motor da curiosidade: o que acontece quando o Inverno se recusa a partir e a Primavera deixa de conseguir cumprir o seu destino?
Jornalista: Paulo Silva Reis
Foto: DR



















