A ponte de Mosteiró, no concelho de Mirandela, encontra-se novamente submersa esta terça-feira, na sequência da chuva intensa registada nas últimas horas, que provocou uma subida significativa do caudal do rio Tua.

A infraestrutura, localizada na freguesia de Torre de Dona Chama, ficou intransitável, impedindo a ligação entre a localidade de Mosteiró e a freguesia de Vale Gouvinhas. O presidente da Junta de Freguesia, Rui Melo, alertou que a situação poderá prolongar-se nos próximos dias, tendo em conta as previsões meteorológicas adversas.
“É uma situação que acontece com alguma frequência no inverno, mas normalmente a ponte fica submersa apenas durante um ou dois dias”, explicou o autarca, sublinhando que, este ano, o fenómeno já se repete pela segunda vez, depois de a passagem ter ficado igualmente intransitável no passado 27 de janeiro.
A ponte de Mosteiró, de origem romana, é uma das estruturas históricas mais emblemáticas da região e, em períodos de maior pluviosidade, vê-se frequentemente afetada pela subida das águas do Tua.
Entretanto, o Município de Mirandela confirmou que a ponte de Miradeses, na freguesia de Vale Salgueiro, também ficou submersa na passada segunda-feira, mas encontra-se atualmente transitável. Ainda assim, a autarquia reconhece que “a situação é inconstante” e admite que a infraestrutura possa voltar a ser coberta pela água caso se mantenha o atual quadro meteorológico.
Para responder a estes episódios recorrentes de cheias, a câmara municipal refere que tem em curso uma estratégia de adaptação e reforço da resiliência do corredor ribeirinho do rio Tua, com o objetivo de reduzir o risco de inundações no concelho. Estão atualmente a decorrer duas empreitadas integradas no projeto “Adaptação e reforço da resiliência do corredor ribeirinho do rio Tua”, nomeadamente a beneficiação das comportas da ponte Açude e a requalificação do pontão do Mourel.
“Estas intervenções visam reduzir a vulnerabilidade do território a episódios de cheia, reforçando a segurança de pessoas e bens e promovendo uma gestão mais sustentável do sistema fluvial”, esclareceu a autarquia.
O distrito de Bragança mantém-se sob aviso amarelo, de acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), devido à previsão de queda de neve acima dos 800 a 1000 metros. Na quinta-feira, o aviso amarelo será renovado, desta vez por vento forte, com rajadas que poderão atingir os 90 km/h, podendo chegar aos 100 km/h nas zonas de serra.

A Redação com Lusa
Foto: DR

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