O Circuito Internacional de Vila Real prepara-se para a sua 55.ª edição, que decorre entre 10 e 12 de julho, afirmando-se como um dos maiores eventos do automobilismo nacional e internacional, com um programa alargado que combina competição, inovação desportiva e forte envolvimento logístico.

A organização destaca um fim de semana particularmente intenso em termos de provas, com várias categorias em pista e um aumento significativo do número de participantes, o que reforça a competitividade e o espetáculo ao longo do evento.

O promotor da prova, José Silva, sublinhou o crescimento da edição deste ano, referindo que “vamos ter mais provas, muito mais provas, vamos ter muitos mais pilotos, vamos ter muitos mais carros, vamos ter muita maior competitividade”.

Uma das grandes apostas continua a ser o regresso da Joker Lap, elemento que altera a estratégia em pista e aumenta a incerteza competitiva. O responsável explicou que “a Joker Lap é quando, a determinada altura no traçado, os pilotos são obrigados a fazer uma volta maior”, acrescentando que esta dinâmica “cria ali uma situação de uma possível ultrapassagem”, tornando as corridas mais imprevisíveis e espetaculares.

Também o responsável pela organização técnica do evento, Jorge Almeida, destacou a complexidade crescente da prova, alertando para o elevado nível de exigência operacional. O dirigente referiu que “vai ser mesmo complexo e complicado”, devido ao número de corridas e às múltiplas intervenções em pista ao longo do fim de semana.

Jorge Almeida explicou ainda a dimensão humana envolvida na operação, referindo que “só dentro da pista temos cerca de 300 e tal pessoas”, entre comissários, equipas técnicas, operacionais, apoio médico e intervenção de segurança, sublinhando a escala do evento.

No plano institucional e federativo, o presidente da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting, Ni Amorim, destacou a importância de iniciativas paralelas integradas no circuito, nomeadamente ações de promoção da participação feminina no desporto motorizado e ações ligadas à ética desportiva.

Ni Amorim sublinhou que estas iniciativas têm forte enquadramento no contexto do evento, referindo que “é o sítio certo para se poder fazer essa ação”, destacando a capacidade do circuito em acolher iniciativas de grande visibilidade e impacto.

O responsável acrescentou ainda a importância da promoção do fair play no desporto, considerando estas ações fundamentais para sensibilizar o público e os praticantes, numa lógica transversal a várias modalidades.

O Circuito Internacional de Vila Real regressa assim com um programa competitivo reforçado, maior diversidade de categorias e uma forte componente organizativa, mantendo-se como uma das maiores referências do desporto motorizado em Portugal.

Jornalista: Vitória Botelho
Foto: Vitória Botelho

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