O Presidente da Câmara Municipal de Vila Real, Alexandre Favaios, transmitiu à Ministra da Justiça, Rita Júdice, a sua preocupação face ao encerramento da Conservatória do Registo Predial da cidade, atualmente inativa por falta de condições de segurança no edifício.
Embora reconheça que a proteção dos trabalhadores deve ser prioridade, o autarca alerta para as consequências da suspensão do serviço, considerado essencial para cidadãos, empresas e profissionais do concelho. “A segurança dos trabalhadores é inquestionável, mas não podemos ignorar os constrangimentos que este encerramento está a causar à população e à atividade económica do concelho. Vila Real não pode ficar privada de um serviço público desta natureza”, afirmou.
Numa comunicação dirigida à tutela do Instituto dos Registos e do Notariado (IRN), a autarquia informou ter já enviado uma exposição formal ao organismo, manifestando total disponibilidade para colaborar na procura de uma solução célere.
Como medida provisória, o município propôs a instalação temporária da Conservatória na Loja do Cidadão de Vila Real, garantindo apoio logístico e articulação institucional para viabilizar a alternativa.
“O nosso compromisso é claro: trabalhar com o Ministério da Justiça e com o IRN para garantir uma solução que salvaguarde a segurança dos trabalhadores e assegure aos vila-realenses o acesso a um serviço público de proximidade”, sublinhou o presidente.
A Câmara reafirma, assim, a intenção de cooperar com o Governo para assegurar a rápida reposição do serviço e minimizar os impactos junto da população.
Jornalista: Vitória Botelho
Foto: DR



















