A oitava edição do Festival Literário Douro (FLiD) arrancou ontem no Espaço Miguel Torga, em Sabrosa, reunindo escritores, artistas e personalidades ligadas à cultura num programa que decorre até ao próximo dia 9 de maio.
O festival volta a afirmar-se como um dos principais encontros culturais da região duriense, cruzando literatura, música, poesia e reflexão contemporânea. A edição deste ano mantém a curadoria de Nuno Higino.
O primeiro dia ficou marcado pela inauguração da exposição “Legado”, do artista João Dixo, com curadoria de Sara Mei Dixo e Nuno Higino, seguindo-se a sessão oficial de abertura conduzida pela presidente da Câmara Municipal de Sabrosa, Helena Lapa.
A programação inaugural incluiu ainda a conferência de Isabel Pires de Lima, subordinada ao tema “Humanidades – para ler o escuro na contemporaneidade”, bem como o espetáculo “A Visita do Senhor Engenheiro”, centrado na poesia de Álvaro de Campos, interpretada por António Domingos.
Com entrada livre, o FLiD continua também a envolver a comunidade escolar e reforça a aposta na descentralização cultural, promovendo o acesso à literatura e às artes no território duriense.
Jornalista: Vitória Botelho
Foto: DR


















